A morte na instituição

Atualizado: Mar 6

“Se o corpo humano é despedaçado, o homem está morto. Se a alma é despedaçada, ele simplesmente se tornará mais obediente e nada mais “ (Jewgenij Schwartz)


"A morte na instituição" foi publicado nos Anais do 1º Congresso Internacional do Colégio de Psicanálise da Bahia, Org: Urania Tourinho Peres e Maria Thereza Ávila Dantas, Salvador, EGBA, 1998


Após alguns anos de exercício clínico em hospitais e de circulação por instituições psicanalíticas, surgiu-nos a necessidade de elaborar mais detidamente algumas questões em função de seus efeitos nas pessoas que circulam nesses espaços.


No contexto deste trabalho, utilizaremos dois sentidos do termo instituição: 1) como o conjunto de normas, padrões e atividades agrupadas em torno de valores e funções sociais e 2) como organização, distribuição hierárquica de funções. Estes dois sentidos nos permitirão fazer uma leitura a partir do confronto entre o instituído em cada um de nós e as instituições formais pelas quais passamos ao longo da vida.


Uma ideia central, desenvolvida pelos analistas institucionais, servirá de eixo de nossa argumentação. Segundo estes autores, à medida em que se dá o processo institucionalizante um grupo tende progressivamente a se afastar de seus objetivos originais e a reproduzir, na sua dinâmica de funcionamento, de forma sintomática, a mesma estrutura do problema que ela se dispõe a enfrentar e para o qual foi criada.


Assim, tentaremos questionar as posições subjetivas que estes espaços institucionais colocam à disposição dos sujeitos, através da ética que lhes sustenta e os sintomas decorrentes. Para isso, recorreremos à tragédia de Sófocles, Antígona, em função da proximidade da tragédia com a psicanálise e das conjunções e disjunções estruturais entre o ato analítico e o ato trágico. Escolhemos Antígona, seguindo Lacan, que a considera um ponto de virada em termos éticos.


De acordo com Junito de Souza Brandão, uma tragédia só se realiza quando o métron (μετρον), a medida de cada um, é ultrapassado, provocando uma hybris (η υβριζ ), quer dizer, uma violência contra si mesmo. Como salienta Aristóteles, a tragédia não sobrevém pelo fato do homem ser perverso ou vil, mas por ter cometido uma hamartia (η αμαρτια), uma falta ou erro de julgamento, como propõe Lacan.


Antes de entrarmos na peça propriamente dita, falemos um pouco de Sófocles, que foi um poeta trágico grego, nascido em Colona entre 496 a 494 a.C. Ele teria escrito cerca de 120 tragédias, das quais nos chegaram sete, entre as quais a Trilogia tebana: Édipo Rei, Antígona e Édipo em Colona, que narram a maldição da família dos Labdácidas. Na época de Sófocles houve uma tendência de substituição da crença na polis, no coletivo, pela fé no individual, no homem e essa mudança se refletirá de forma marcante nas suas peças. Nas tragédias sofoclianas, o homem é corresponsável do destino, no seu desenrolar vê-se a encenação de um drama de krisis (κρισιζ ) , de uma escolha. Como consequência disso, observa-se uma diminuição significativa do papel do coro e um aumento da atuação dos personagens e de seus diálogos. Para Sófocles, o foco central da tragédia gira em torno do agir, do ato dos homens e os deuses olímpicos ficam situados mais à distância, agindo indiretamente através de adivinhos (como Tirésias) e oráculos.


Antígona é um dos quatro filhos frutos da união incestuosa de Édipo e Jocasta, sendo os outros Ismênia, Etéocles e Polinice. A peça inicia-se após a morte de Etéocles e Polinice em duelo travado numa luta pelo trono. Creonte se impõe como tirano de Tebas e publica um édito no qual presta honras fúnebres a Etéocles, enquanto defensor da polis, e proíbe, sob pena de morte, o sepultamento do corpo de Polinice, considerado traidor da pátria, que deveria ficar exposto às aves carniceiras, por ter feito alianças com estrangeiros para conquistar o poder em sua terra. Antígona opta por contrariar o decreto de Creonte, sepultando seu irmão, sabendo de antemão, estar por isso condenada à morte.

Daremos agora destaque a alguns momentos da peça que, em nossa leitura, evidenciam as posições subjetivas de cada personagem, enfocando sua aproximação a diferentes posturas éticas, para depois articulá-las com nossas questões institucionais.


No primeiro tempo da tragédia, trava-se um diálogo entre Antígona e Ismênia, onde percebemos quatro momentos. Num primeiro momento, que coincide com a primeira fala, Antígona interpela Ismênia como “irmã querida, companheira de destino e dos males que Édipo deixou”, quer dizer, a partir de uma posição de igualdade, dirigindo-se a um par. Num segundo momento, antes de explicitar suas intenções, Antígona pergunta a Ismênia: “quererás auxiliar- me? Agirás de acordo comigo? ”. Num terceiro momento, Ismênia evoca as sucessivas desgraças familiares e a posição delas enquanto mulheres na sociedade ateniense, para concluir afirmando: “obedecerei aos que estão no poder”. Ismênia se coloca do lado da razão e do bom senso, observando a impossibilidade e a falta de prudência do ato que Antígona se propõe a realizar. O quarto momento é o da ruptura, onde as irmãs se separam.


A partir disso, podemos pensar a postura ética de Ismênia como regida pela lógica dos bens, assujeitada à ordem cultural vigente e ao poder estabelecido, sem nenhuma colocação crítica e como não querendo saber dos elementos constituintes e determinantes de sua subjetividade. Antígona, ao contrário, posiciona-se a partir de uma ética do desejo, agindo de um lugar de sujeito, privilegiando a alteridade.


Outro movimento que queremos destacar é o de Creonte. Este fala, enquanto tirano, a partir da posição do Mestre, do Senhor conhecedor de todas as verdades e detentor do poder absoluto. Seu discurso é o discurso do Bem e da Moral, pois como ele mesmo o expressa deseja “promover a felicidade de Tebas”. Tirano, Creonte mais do que aplicar, dita as leis, estabelece o justo, o certo e o errado, tratando os valores culturais como se fossem naturais e dados de antemão e manipulando-os à sua conveniência, como veremos. Supostamente detentor de uma verdade absoluta e única, Creonte nada quer saber das múltiplas verdades que lhe são apontadas por seus sucessivos interlocutores. Sem entrar em maiores detalhes da peça, achamos fundamental destacar como Creonte vai sucessivamente negando as verdades que lhe são mostradas, através da desautorização do valor de verdade da fala de seus interlocutores, utilizando-se de elementos circunstanciais: ao guarda e a Tirésias ele lança a acusação de venderem-se por dinheiro; Antígona é desautorizada por ser mulher e Hémon, filho de Creonte e noivo de Antígona, é desautorizado em função de sua juventude. No final da peça, Creonte, que não é psicótico, rende-se perante os deuses.


Creonte, tal como Ismênia, fala a partir de uma ética dos bens, embora suas posições sejam opostas. Ismênia submete-se, Creonte dita as leis. É interessante observar como seu discurso é concordante com o de Ismênia, quando ele diz: “o homem que a cidade escolheu para chefe deve ser obedecido em tudo, quer seus atos pareçam justos, quer não (...) Não há calamidade pior do que a rebeldia; ela é que arruína os povos, perturba as famílias e causa a derrota dos aliados em campanha. Ao contrário, o que garante os povos, quando bem governados, é a voluntária obediência”.

O confronto Creonte/Antígona irá nos evidenciar os desencontros de posturas éticas distintas. Antígona desafia Creonte dizendo que o que lhe interessa não são as leis escritas dos homens, por não ter sido Júpiter e Dikê, deusa da justiça, que as promulgaram. Ela defende que as leis divinas embora não escritas, são irrevogáveis.


Retomemos, agora, nossas instituições, começando pelo hospital psiquiátrico, tomado aqui como hospício, onde predomina uma dinâmica asilar e manicomial. Sabemos o quanto é difícil para os trabalhadores da área suportar o exercício de sua atividade profissional nestas instituições tidas como totais e pensamos que uma das possíveis saídas é nos debruçarmos sobre suas dinâmicas para identificar através de que caminhos elas podem reforçar nossas vias sintomáticas.

Desde sua origem, os hospícios se destinaram a ser locais onde a loucura deveria ser tratada, mas o que se produziu, de fato, foram locais de exclusão social onde a loucura costuma ser violentamente negada e calada. Também é muito conhecida a tendência à cronificação e demenciação das pessoas que permanecem por longos períodos nestes locais. Os hospícios foram fundados a partir de um apoio no saber médico, que baseado nas ciências positivas, situa- se no que Lacan conceitualizou como discurso do Mestre, não querendo saber dos elementos que lhe constituem nem das verdades singulares de cada sujeito. Historicamente, também já foi suficientemente demonstrado como o saber psiquiátrico facilmente se manipula como instrumento de poder, a favor das convenções sociais predominantes. Como neste trabalho nos propomos a

pensar essas dinâmicas em relação aos profissionais da área de saúde, faremos apenas um breve comentário sobre a situação das pessoas internadas.

Nossa ideia é que para pensar psicanaliticamente a questão vida/morte, que tende a apresentar-se como uma oposição dual, é fundamental introduzir a categoria do desejo, que vem aqui como um elemento operacionalizador de nossa leitura.

Sem fazer aqui um levantamento das diferentes concepções acerca da loucura ao longo da história, interessa-nos ressaltar dois momentos. Giorgio Colli observa que “a loucura deverá ser considerada intrínseca à sabedoria grega, desde seu primeiro surgimento no fenômeno da adivinhação” (1) e podemos ver que no pensamento grego a loucura não tem a concepção de patologia ou doença mental, estando posicionada do lado da verdade. Outro marco seria o estabelecido por Descartes que, ao trabalhar o cogito, ergo sum, cristaliza de forma mais acentuada a posição de efetiva não pertinência do louco em relação à existência, pois estando do lado da desrazão, ele não pensaria, vindo, portanto, a não existir.


Marcamos essa dimensão do não-existir por ser ela que marcará a postura de nossa sociedade em relação ao fenômeno da loucura. Nessa circunstância, são oferecidas aos loucos duas posições: a primeira de uma identificação alienante absoluta ao registro da loucura como destituição da condição humana e a segunda como alteridade, diferença pura, ambas levando a uma condição de morte subjetiva, sendo esta entendida como destituição da dimensão desejante.


Nas duas situações, o louco fica num beco sem saída porque enquanto identificado ao louco como excluído da condição humana, resta-lhe submeter-se às normas ditadas por um senhor detentor de um saber sobre o correto ou esperado para o homem, ficando vetado o acesso à posição de um sujeito desejante particular. Por outro lado, ao lhe ser dada a posição de alteridade absoluta, fica impossibilitada a realização de um intercâmbio, de trocas entre semelhantes, indispensável para o convívio social, levando também a uma anulação do sujeito.


Utilizando-nos dos elementos que a peça de Sófocles nos traz, pretendemos trabalhar três posições que o hospício tenderia a oferecer às pessoas que nele trabalham.


Comecemos por Ismênia que nos revela uma posição de alienação radical ao desejo do Outro, com ausência de questionamento, dentro de um registro de mera adaptação às normas vigentes. Ismênia fala a partir de um lugar de assujeitamento e não marca seu lugar enquanto sujeito, tudo isso levando-a, como consequência lógica, a também não se responsabilizar por seus atos. A partir desta posição vemos delinearem-se duas posturas para os técnicos. Uma postura seria de passividade e não comprometimento, levando a uma realização burocrática de tarefas; como esta postura não produz efeitos no outro ou reforça- se a passividade ou passa-se à outra postura que lemos como decorrência desta posição, que chamaremos melancólica. Esta postura melancólica apoiando-se

nas dificuldades que este tipo de trabalho inevitavelmente apresenta, privilegia o não fazer pois as coisas deixam de ter sentido. Estas pessoas habitualmente assistem às reuniões sem delas participar, gerando um descompromisso cada vez maior, que realimenta a passividade.


A partir de uma posição como a de Creonte fica relativamente fácil ver sobressair a figura clássicas do psiquiatra tal como estabelecida por certas leituras, dono do poder e detentor absoluto de um saber sobre a doença, reduzindo aqueles que o rodeiam, internados e os outros técnicos, a meros coadjuvantes. Mas não é por aí que pretendemos desenvolver nossa leitura pois começamos a pensar que o favorecimento existente nos hospícios para a manifestação desta postura não se restringe à estrutura do saber médico em si, podendo se manifestar nos técnicos de qualquer categoria, com seus efeitos nefastos aparecendo com mais intensidade naqueles onde encontramos menor respaldo teórico e menos preparo pessoal.


Observa-se na literatura que uma instituição destinada a cuidar da psicose sempre apresenta nas dinâmicas relacionais das pessoas que por ela circulam, os sintomas tidos como clássicos da psicose tais como retraimento, autismo, vínculos ditos esquizoides, etc. Embora reconhecendo a dimensão de verdade desta colocação sempre nos pareceu que ela deixava escapar algum elemento mais importante. Começamos a pensar a partir da proposta de Lacan de que na psicose, em função da forclusão do significante Nome do pai, não simboliza-se a castração, a dimensão da falta não se instaura, imperando leis de extrema ferocidade e não dialetizáveis. Tendo como pressuposto que a maioria dos profissionais estaria subjetivada no campo da neurose, ocorreu-nos que a junção destes elementos favorece de forma predominante a revelação de traços perversos de funcionamento, em alguns.


Inúmeros são os exemplos de situações que no cotidiano de um hospício revelam esses traços perversos, dos quais citaremos apenas alguns: ♦ Não cumprimento frequente das rotinas estabelecidas, surgindo, com frequência, o comentário “eu sabia, mas ...”, próprio da perversão, em jogo. ♦ As ocorrências diárias de pequenas infrações que por não alcançarem o nível de uma transgressão, com o que esta tem de fundador, reforçam conduções sintomáticas. ♦ O uso abusivo de instrumentos terapêuticos, tais como medicações injetáveis e contenções físicas. ♦ A hipertrofia dos corredores, com o consequente esvaziamento das discussões nos espaços próprios (reuniões, assembleias, supervisões), etc.


A este respeito, Serge André faz observações interessantes pois ele propõe ler a perversão também como um certo modo de pensar, que poderíamos aproximar de algumas teorias que dão suporte às atitudes acima descritas.


Estas questões tomam ainda maior relevo quando pensamos a importância do ato na clínica, particularmente em relação à psicose. Ainda Serge André, nos diz que a dimensão do ato é justamente o que é mais alheio ao perverso, sendo mais rigoroso, falarmos apenas de gestos perversos. Estas indicações podem também nos servir para repensar a ocorrência frequente de

atuações, muitas vezes graves, por parte das pessoas internadas e da própria equipe.

Um último ponto que gostaríamos de destacar em relação ao hospício é a dificuldade que os sujeitos que pretendem desenvolver um trabalho sério encontram para se manter desejantes e não adoecerem, sendo digno de nota observar que em alguns períodos ocorre um número significativo de doenças somáticas entre os membros da equipe.


Em relação às instituições psicanalíticas, sempre nos intrigou as leituras que seriam possíveis a partir da hipótese dos analistas institucionais citada anteriormente. Em que elas se afastam de seus objetivos originais e o que de fato reproduzem como sintoma.


Iniciamos nossas reflexões a partir do caminho proposto por Lacan que utiliza-se de Antígona e de Sade para trabalhar a ética psicanalítica. Observa-se que Lacan serve-se de exemplos que poderíamos chamar de extremos, de onde se destaca a questão do puro desejo e que percorrem um caminho muito estreito, que bordeja de forma marcante a morte, subjetiva e até mesmo física. Outra distinção importante, por suas consequências e por suas semelhanças estruturais, é a distinção entre ato analítico, ato trágico e gesto perverso.


Tanto o ato trágico como o gesto perverso apontam para o puro desejo; este, no entanto, remete ao vazio, à ausência de desejo e consequentemente à morte. Segundo Alduízio de Souza, Antígona realiza o circuito completo da pulsão, sem adentrar no universo da falta. Por não estar em jogo a dimensão da falta, para Antígona não havia alternativas.


Nas instituições em geral, e a psicanalítica não foge disto, as pessoas tendem a agrupar-se em função de um ideal comum. Na grande maioria das vezes, os analistas ao reunirem-se esperam dirigir-se a pares e obter deles um reconhecimento. É a partir desta perspectiva que pretendemos desenvolver nossas reflexões.


Pensamos que perante o igual tende-se, sintomaticamente, a produzir-se identificação, necessariamente alienante e não o reconhecimento. Assim sendo, ocorre-nos, e esse é um ponto que trazemos para discussão, que entre dois sujeitos só se operacionaliza um reconhecimento a partir de suas alteridades. No entanto, a alteridade absoluta, como o demonstra Antígona, também impossibilita o reconhecimento, o estabelecimento de vínculos sociais e conduz inevitavelmente à exclusão. A história do movimento psicanalítico está cheia de exemplos que nos mostram como esses limiares são frágeis e como a instituição da disciplina que se propõe a pensar cada sujeito em sua singularidade, suporta muito pouco quando justamente estas singularidades se manifestam.


Outro ponto que apenas sinalizaremos por acharmos que deve ser seriamente discutido entre os analistas é pensar de que forma o parentesco estrutural entre o desejo do analista e o desejo perverso podem se manifestar nas nossas hordas primitivas herdadas de Freud.


Enfim, diríamos que o grande desafio para as instituições psicanalíticas é permitirem que nela deem seu testemunho aqueles que falam a partir do lugar de analista, quer dizer, que pela eficácia de seus atos nos outros, deem provas de uma certa travessia, a partir de sua alteridade e não alienados num ideal comum.


Finalizaremos com uma citação de Fernando Ulloa: “é que pretender trabalhar a subjetividade das instituições assistenciais públicas, tão atravessadas por infortúnios, é tarefa titânica, ou ao menos, meio utópica. A outra metade é meio louca. Convenhamos que pouca candura resta nesta ocupação, que ademais, se pretende psicanalítica” (2).


Salvador, julho/96 1o Congresso Internacional do Colégio de Psicanálise da Bahia


CITAÇÕES

(1) in Giorgio Colli, pg 31 (2) in Fernando Ulloa, pg 145

BIBLIOGRAFIA

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