Sobre a Forseti

A Forseti Instituto de Estudos Forenses Ltda. oferece Consultas
Psiquiátricas, Consultoria e Assistência Técnica em Psiquiatria Forense.

Significado do Nome

Forseti (que significa "o anfitrião") é o deus Nórdico da justiça, meditação e conhecimento interior. É também uma força de paz. Ele é filho dos deuses Balder e Nana. Sua casa é o palácio de ouro Glitnir, que significa "brilhante". Forseti se sentava em sua sala distribuindo justiça e resolvendo as disputas de deuses e homens. Forseti prometeu que, em todas as decisões em seu tribunal, ambas as partes estariam sempre de acordo.

De acordo com a lenda, ele nunca contou nem contaria nenhuma mentira, e, sempre conseguia fazer com que os envolvidos em disputas chegassem a um acordo ou realizava um julgamento considerado justo por todos.

 

Acreditava-se que Forseti era imparcial em relação a tudo, pois só assim a verdadeira justiça seria alcançada.

Sobre a Empresa

A Forseti Instituto de Estudos Forenses Ltda. oferece consultas psiquiátricas, consultoria e assistência técnica em psiquiatria forense, mas seu objetivo maior é ser um polo de capacitação e formação permanente em todos os aspectos relacionados ao exercício da psiquiatria forense. No futuro também pretendemos realizar pesquisas.

 

Com a crescente judicialização que observamos na sociedade contemporânea, profissionais de diferentes áreas têm sido necessários para auxiliar juízes quando, para formar sua convicção, necessitam de informações sobre questões técnicas.

Os diagnósticos de doença mental, suas possíveis limitações e consequências no desempenho das mais diversas atividades, passaram a ter relevante importância para a geração de direitos. Sob essa perspectiva, o psiquiatra que atua na área forense é instado a trabalhar nos mais diversos ramos do Direito, especialmente, nas áreas civil, criminal, trabalhista, previdenciária e administrativa.

A Psiquiatria Forense

A Psiquiatria tem uma área de atuação, a Psiquiatria Forense, que é exercida na interface entre a Medicina e o Direito. Considera-se que a certidão de nascimento da Psiquiatria Forense mundial é o caso Pierre Revière, quando em 1835, na França, um jovem camponês assassinou sua mãe, a irmã e o irmão. Pela primeira vez três médicos foram convocados para emitir pareceres sobre a responsabilidade penal de um criminoso. Foi a partir desse marco histórico legal que a Psiquiatria Forense foi se desenvolvendo na França, Itália, Inglaterra e Alemanha.

 

No Brasil, a Psiquiatria e a Medicina Legal evoluíram conjuntamente. No começo a Psiquiatria Forense era praticada por médicos legistas. Por esse motivo, Afrânio Peixoto é hoje considerado o fundador da Psiquiatria Forense brasileira e podemos dividir sua história em quatro fases: o nascimento (até 1920), o desenvolvimento (de 1921 a 1961), o declínio (de 1962 a 1994) e o renascimento (de 1995 em diante). O período de desenvolvimento inicia-se com a criação do primeiro manicômio judiciário no Rio de Janeiro, em 1921, dirigido por Heitor Carrilho, que foi o grande sistematizador dessa área de atuação. No período considerado de declínio, houve uma diminuição de trabalhos em congressos, queda no número de publicações científicas e aparente desinteresse no exercício da atividade. Álvaro Rubim de Pinho, psiquiatra baiano, foi o principal catalisador do renascimento da especialidade no Brasil.

 

Na década de 1990 a Psiquiatria Forense foi oficialmente reconhecida como área de atuação da psiquiatria pelo American Board of Medical Specialties, nos Estados Unidos. Em 1995 foi fundado o Departamento de Ética e Psiquiatria Legal (DEPL) da Associação Brasileira de Psiquiatria, tendo como meta imediata da criação da área de atuação em Psiquiatria Forense. Cumprindo seu propósito, o DEPL promoveu um intenso desenvolvimento da especialidade e o incremento de seu ensino.

Durante muito tempo, os psiquiatras conduziram seus próprios processos de aprendizagem, adquirindo conhecimentos de forma autodidata. Contudo, a necessidade de formalização e regulamentação do campo de atuação e de ensino levou a Associação Médica Brasileira, numa atuação conjunta com a Associação Brasileira de Psiquiatria, a instituir a prova de título de especialista em Psiquiatria Forense. Para poder se nomear como psiquiatra forense é necessário que o especialista em Psiquiatria faça a prova de título e, só a partir daí, registre a especialidade no Conselho Regional de Medicina ao qual pertence. 

Para o desempenho da atividade nessa área é necessário amplo conhecimento de legislação, psicopatologia, diagnóstico, prognóstico e tratamento em psiquiatria, além de extenso treinamento prático e de habilidades. 

 

Pois, além de desempenhar um importante papel em situações de violência doméstica, enquanto auxiliar da Justiça, o psiquiatra forense pode atuar como assistente técnico, trabalhar em Presídios e em Hospitais de Custódia, além poder intervir em relação aos aspectos éticos e legais do desempenho da Medicina.  

 

Atualmente, contamos com residências, estágios, mestrados, doutorados e diversos cursos de especialização que promovem, além do crescimento acadêmico, o aprimoramento da capacitação para a melhoria no atendimento pericial e assistencial. 

Entretanto ainda não existe homogeneidade no ensino da Psiquiatria Forense no Brasil e sua abordagem varia de acordo com os contrastes inerentes ao país. Observa-se ainda uma concentração dos melhores cursos de formação no eixo Sul/Sudeste. 

 

Muito além da formação de jovens profissionais, com o crescimento da especialidade e das novas demandas sociais, a necessidade de educação continuada consolida-se como padrão de exigência para todos. Assim, Médicos do Trabalho, Peritos do INSS e de Juntas Médicas oficiais são convocados a dar pareceres sobre doenças mentais sendo, por isso, recomendável que tenham conhecimento técnico adequado para a correta prestação do serviço, mesmo que não sejam especialistas.

 

Nos dias de hoje, observam-se sinais de uma possível quinta fase da Psiquiatria Forense brasileira que se caracteriza por sua internacionalização. Essa etapa foi iniciada por José Geraldo Vernet Taborda (Rio Grande do Sul), Miguel Chalub (Rio de Janeiro), Elias Abdalla-Filho (Brasília) e José Manoel Bertolote (São Paulo). 

 

Todavia, é importante que a sociedade tenha conhecimento sobre essa importante área de atuação, permitindo que, além de ultrapassar os limites das nossas fronteiras, a Psiquiatria Forense se torne presente em outras regiões do país, através de novos centros formadores de qualidade, que possam ser consolidados, em outras regiões do país.

Contato

Email: forsetiestudosforenses@gmail.com

Phone:+ 55  71 9.9609-6188

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